
Em 88 começava um processo de renovação no clube alguns juniores de futuro como Alexandre Torres, Donizete, Rangel, Marcelo Henrique,Silvio(centroavante) eram efetivados aos poucos no elenco profissional, dentre eles um jogador causava euforia pelo potencial técnico, se tratava do jovem goleiro Ricardo Pinto, ná época Paulo Victor não conseguiu se entender com a diretoria presidida pelo Sr. Fabio Egito que se negara a renovar o seu contrato e com isso fora negociado com o simpático "Amériquinha". Ricardo Pinto era arrojado, estilo voador naquele Brasileiro quando as partidas terminavam empatadas iam para o penaltes aí começava a bater a saudade de Paulo Victor, não era o forte do Ricardo pegar penaltes muito menos sair do gol tanto por baixo quanto por cima, havia jogos memoráveis que caiam no esquecimento em uma única falha que acabava colocando tudo à perder, pegou fama de goleiro irregular operava milagres seguidos de frangos foram longos 5 anos entregando finais, Logo veio Jéfferson que pouco fez e acabou cedendo espaço para a volta do frango quer dizer pinto. Anos mais tarde vestindo a camisa do Atlético PR. beijos no escudo e beijos para a torcida nas Laranjeiras lotada resultou num linxamento coletivo no goleiro, atitude covarde de uma torcida abalado com o rebaixamento que estava por vir.
Certa vez numa final de Carioca falhou feio num gol de Valdir bigode, se por um lado ÉZIO fazia seus gols memoráveis por outro o goleiro falhava em momentos cruciais.
Ricardo Pinto como profissional praticamente nunca conseguiu um título significativo NÃO DEIXOU SAUDADES
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